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Viviane Bacaycoa – Psicóloga Infantil e adolescente em Tatuapé (SP)

Psicoterapia para Adolescentes

Um espaço seguro para falar, se entender e construir sua própria identidade.

Como funciona o atendimento

O atendimento psicanalítico com adolescentes tem uma dinâmica própria, porque essa é uma fase de intensas transformações — corporais, emocionais e identitárias. Diferente da criança, o adolescente já tem mais acesso à fala, mas nem sempre consegue nomear ou compreender o que sente.

1. Entrevista inicial com os responsáveis e o adolescente

Entrevista inicial com os responsáveis e o adolescente Normalmente há um primeiro contato com os pais ou responsáveis para compreender a queixa e o contexto. Em seguida, o adolescente também é escutado — e é fundamental que ele tenha espaço próprio de fala desde o início, sem se sentir invadido.

2. Construção do vinculo (transferência)

Um dos pontos centrais é a construção de um vínculo de confiança. O adolescente pode chegar desconfiado, resistente ou sem demanda própria. O analista respeita esse tempo, sem imposições, permitindo que o processo se construa gradualmente.

3. A fala como principal instrumento

Diferente da criança, aqui a fala ganha mais protagonismo. O adolescente traz questões sobre identidade, relações, sexualidade, angústias, conflitos familiares, pressão social, entre outros. Mesmo assim, silêncios, mudanças de assunto ou até faltas também são formas de comunicação e têm significado.

4. Manejo das resistências

É comum haver resistência: o adolescente pode testar o analista, evitar certos temas ou demonstrar desinteresse. Isso não é visto como “problema”, mas como parte do processo — algo que também é escutado e trabalhado.

5. Lugar dos pais no processo

Os pais não participam das sessões, mas são acompanhados em momentos pontuais. É importante manter um equilíbrio entre o sigilo do adolescente e a orientação aos responsáveis, principalmente em situações mais delicadas.

6. Objetivo do processo

O foco não é dar conselhos ou impor caminhos, mas ajudar o adolescente a se escutar, compreender seus conflitos e construir sua própria posição no mundo. Isso favorece autonomia emocional, responsabilidade e maior clareza sobre si mesmo.

7. Questões comuns trabalhadas

Ansiedade, depressão, dificuldades escolares, conflitos familiares, questões de identidade, autoestima, isolamento, impulsividade, entre outros.

Espaço de escuta sem julgamentos

Um lugar de escuta para falar sobre o que realmente importa

Respeito a individualidade e ao tempo de cada um

Cada adolescente tem seu ritmo e sua forma de se expressar

Respeito a individualidade e ao tempo de cada um

Transforme desafios em oportunidades de crescimento

Fortalecimento da autoconfiança e autonomia

Para que o adolescente possa fazer escolhas mais conscientes.

Vamos conversar sobre o que você está vivendo?

Estou aqui para acolher, ouvir e caminhar junto com vocês